quarta-feira, março 22, 2006

um livro à quarta (VIII)


Quando nos aventuramos por territórios que desconhecemos, consultamos um mapa antes da viagem. Situamo-nos, escolhemos o trajecto e partimos com olhos postos no caminho. Apesar da segurança do mapa, que me posiciona e orienta a chegada, gosto de partir para me perder. Durante a viagem, vou registando as surpresas do percurso em mapas que, sobrepostos, constituem a minha cartografia pessoal dos lugares. Lugares do mundo e o meu lugar no mundo.
Por ser este o meu processo de "conhecer", encantei-me por este atlas que descobri há cinco anos numa livraria em Paris. Usando o método de representação geográfica , os seus mapas não cartografam territórios físicos, mas sim o mundo das emoções e do pensamento.
Tomemos, por exemplo, o mapa da região do Saber, cuja capital é a Ignorância. Próximas em dimensão, temos as cidades da Fantasia, da Intuição e da Composição (esta última, situada nas colinas da Criatividade). Ao centro do mapa, uma grande extensão verde: é a floresta da Curiosidade. Na recortada orla costeira, pequenas povoações enfrentam o mar da Baía da Sabedoria: Conjectura, Conselhos, Descoberta (na foz do rio Fluxo de Ideias) e Observação. Um pouco mais a norte, encontra-se a península Coincidência cujas aldeias como Desconhecido, Imaginário, Premissas, Experiência e Prova estão ligadas entre si por estradas sinuosas traçadas em cruz.
E ficararia dias a descrever cada região deste atlas. Até porque, cada vez que o consulto, surgem sempre outros caminhos possíveis que o cartógrafo não traçou.
Fica portanto o conselho: se este livro se cruzar na vossa vida, não o deixem fugir.

Swaaij, Louise van e Klare, Jean - Notre continent intérieur. L' Atlas imaginaire. Paris: Éditions Autrement, 2000.

terça-feira, março 21, 2006

dia das flores, árvores e poemas


keukenhof (nl) - narcisos

As árvores como os livros têm folhas
e margens lisas ou recortadas,
e capas (isto é copas) e capítulos
de flores e letras de oiro nas lombadas.

E são histórias de reis, histórias de fadas,
as mais fantásticas aventuras,
que se podem ler nas suas páginas,
no pecíolo, no limbo, nas nervuras.

As florestas são imensas bibliotecas,
e até há florestas especializadas,
com faias, bétulas e um letreiro
a dizer: «Floresta das zonas temperadas».

É evidente que não podes plantar
no teu quarto, plátanos ou azinheiras.
Para começar a construir uma biblioteca,
basta um vaso de sardinheiras.

"As árvores e os livros" de Jorge Sousa Braga,
in Herbário, Lisboa: Assírio & Alvim, 1999

sábado, março 18, 2006

e a experiência continua...


Ao fim de onze dias de "teste", metade das sementes de ervilhas-de-cheiro (lathyrus odoratus) germinam com toda a força. Sete sementes tiveram de ser eliminadas por apresentarem sinais de fungos e bolor.
No tabuleiro acima, agora passado para junto da base com água para receber mais humidade, três sementes de pimpinela-escarlate (anagalis arvensis) apresentam já uns frágeis rebentinhos verdes.
A experiência continuará a ser relatada no Flickr.
E, porque nem tudo são boas notícias, a estreia da estufa que comprei no Lidl acabou em desgraça. Os rabanetes acabaram "cozidos a vapor" com o calor do ínicio da semana! Já estavam bem desenvolvidos, prontos a ser transplantados para o local definitivo :(
Foi uma tolice deixar a estufa fechada durante o dia.
Tive de voltar ao início, com novas sementes. Espero que as de beringela, tomate, zínias e ervilhas-de-cheiro, que ainda se encontram debaixo da terra, não tenham tido a mesma sorte.

sexta-feira, março 17, 2006

pequenos cultivos


Há muito utilizados pelos vegetarianos na confecção de pratos cozinhados, saladas e sanduíches, os rebentos têm vindo a ganhar importância na dieta humana dado o elevado teor de proteínas, vitaminas e amino-ácidos que contém. Os rebentos de bróculos, por exemplo, podem ser 50 vezes mais ricos em antioxidantes do que o mesmo legume em plena fase de maturação.
As sementes para rebentos, que recebem um tratamento especial para uma mais rápida germinação, podem ser encontradas em qualquer loja de sementes. Os pacotes que se apresentam na fotografia eram produzidos pelo Alípio Dias que, entretanto, cessou de os comercializar com a sua marca.
Outra das vantagens destes pequenos "verdes" é que se podem cultivar num pequeno espaço, a partir de um germinador ou de um simples tabuleiro coberto de papel absorvente. Um frasco de vidro com o bocal coberto por uma gaze que se fixa com um elástico também é outra opção.
Os resultados aparecem a muito curto prazo, embora o prazo de germinação varie consoante a semente. As lentilhas, por exemplo, iniciam o seu processo de germinação ao 3º - 4º dia. Já o feijão mong, o dos famosos rebentos de soja, demora um pouco mais. O ideal será planear uma escala de cultivo, em monocultura ou em mistura de diferentes sementes, que permita uma colheita regular de rebentos sempre frescos.
Depois de lavar bem o contentor, colocam-se as sementes previamente passadas por água num coador. Os grãos mais duros devem ser colocados de molho durante algumas horas para que possam re-hidratar e se inicie o processo de germinação. Uma vez colocadas e bem espalhadas nos tabuleiros onde vão germinar, colocam-se em local com luz, mas não exposto directamente ao sol. Até começarem a germinar, as sementes devem ser regadas com cuidado. Quando rebentarem, só o fundo do tabuleiro deve permanecer húmido, uma vez que o excesso de água pode levar ao aparecimento de fungos.
Os rebentos podem ser colhidos e consumidos ao fim de alguns dias. Para as sementes mais pequenas (como a alfafa), deve-se aguardar até que atinjam cerca de 1 cm de altura; os rebentos de grão ou feijão com 0,5 cm já podem ser acrescentados a saladas, sanduiches e salteados. E crunch crunch bom apetite crunch crunch...

quarta-feira, março 15, 2006

um livro à quarta VII

Tivesse Anna Pavord o rigor histórico na descrição dos contextos políticos e económicos e um pouco mais de emoção no relato, e este seria um dos meus livros preferidos.
Apesar de se tratar de uma experiente escritora em matéria de jardinagem (e isso é bem patente no detalhe com que a autora descreve as diversas variedades de tulipas e os métodos de criação de novas formas e cores ao longo dos tempos), faltou a este livro o encantamento mágico da petite histoire. Aquele que nos leva, de descrição em descrição, a viver as mentalidades e espírito de uma época distante.
Mesmo falhando no modo (é dificil a transversalidade!), o livro continua a ter informações preciosas sobre esta flor vinda das estepes asiáticas para a Europa em meados do século XVI, a origem do seu nome (thoulypen ou duliband, a palavra turca para turbante) e as disputas entre os "floristas" holandeses pela criação da tulipa mais bela (o célebre período que ficou conhecido para a História como "tulipomania", ocorrido entre 1634 e 1637).
É, apesar de tudo, um livro para se ler às portas da Primavera. E esta, para mim, já começou com o despontar das primeiras tulipas.
Pavord, Anna -The tulip. Londres: Bloomsbury Publishing Plc, 2000

domingo, março 12, 2006

germinador

Mini-estufa constituída por um recipiente de base, tabuleiros de germinação perfurados, com aberturas para rega, e uma tampa. Utilizada na produção de rebentos para alimentação, a partir de sementes (feijão mong, lentinhas, mostarda, alfafa, agrião, etc).

sábado, março 11, 2006

e ao quarto dia ...


... 1/24 semente de lathyrus odoratus germina .

sexta-feira, março 10, 2006

bolbos no lidl

Heliopsis scabra, convallaria majalis, commelina coelestis, hemerocallis, solidago, echinacea purpurea e muitas outras plantas no Lidl a 0.99 €!

(Há quem, por elas, tenha perdido a cabeça... Não é, Srª D. Urtiga? )

quarta-feira, março 08, 2006

um livro à quarta VI


"A Curious Herbal" de Elizabeth Blackwell (editado em fascículos semanais entre 1737 e 1739)

Desta vez, o livro que escolhi pode ser inteiramente folheado on-line. Graças ao projecto "Turning the pages", quinze dos mais belos livros da British Library estão disponíveis em versão digital para serem admirados e revisitados. Encontram-se aqui autênticos tesouros como um livro de esboços de Leonardo, o original de Alice no País das Maravilhas ou o belíssimo herbário de Elizabeth Blackwell (na foto). Uma obra totalmente escrita, desenhada, pintada e encadernada pela autora, cuja motivação se deve a uma dramática história.

terça-feira, março 07, 2006

germinação em directo



Tenho umas sementes de ervilhas-de-cheiro (lathyrus odoratus 'Mutacana') e pimpinela escarlate (anagalis arvensis) cuja validade expirou no ano passado.
Como estiveram sempre num pacote fechado, resolvi por à prova o prazo no germinador de sementes que costumo usar para os rebentos*. Embora não saiba ainda qual o tempo de germinação esperado (que irei tentar averiguar), começo hoje a experiência.
Convido-os a assistir à evolução no Flickr a partir de agora.

* um tabuleiro de polystyreno forrado com papel higiénico cumpre a mesma função.

preparação:
1. passar os tabuleiros do germinador a utilizar por água fria, sem secar. Passar as sementes por água corrente, com a ajuda de um coador.
2. - pimpinela escarlate (4/2005) - como os grãos são muito pequenos, vou colocá-los no tabuleiro sobre um papel humedecido.
- ervilhas-de-cheiro (5/2005) - os grãos mais grossos podem ser espalhados no tabuleiro directamente.
3. espalhar bem as sementes e colocar o germinador em local com luz indirecta e temperatura entre os 18-22ºC (vou pô-lo na cozinha).

Vamos ver no que isto dá ... *:)

domingo, março 05, 2006

olho clínico!


serralves - parque

Inscrevera-me no curso de multiplicação de plantas em Serralves, mal vi o nome do José Pedro Fernandes como formador. Já fiz um ou outro curso de jardinagem com ele e aprendi sempre imenso nas suas aulas e com os conselhos dados. Desta vez, foram um dia e meio de teoria e prática sobre as artes da sementeira, estacaria, enxertia e alporquia. Se os conhecimentos sobre as duas primeiras técnicas eram já razoáveis, em enxertia e alporquia estava totalmente a zero. Pois devo dizer-vos que no final do curso, e após uma manhã inteira a tentar acertar com o correcto manejo do canivete, já consigo fazer uma enxerto de borbulha minimamente decente. Agora, mal venha a Primavera, vou começar a praticar e darei notícias.
Mas, o acontecimento mais surpreendente do curso chegou no fim. A aula tinha acabado e começavam as habituais trocas de impressões e de dicas, as promessas de envio de sementes e de estacas, a partilha de contactos... Neste ambiente de informalidades, uma das colegas do curso perguntou-me com um sorriso:
-"Diga-me uma coisa: trabalha num museu?"
- "Sim ... "- respondi eu meia intrigada
- "E tem um blogue sobre jardinagem? O Do meu jardim?"
- *: ) " Sim !!!! Mas como ...??"
- "Ah! Reconheci-a pelas mãos!!"
- *: O ! *: )))

Há momentos assim, que nunca iremos esquecer! Foi um dos elogios mais bonitos que recebi, Ana Maria, este de saber que tenho mãos de jardineira.

quinta-feira, março 02, 2006

nova campanha no lidl

O "Do meu jardim" parece ter descoberto uma nova vocação: ser agenda das actividades e novidades do mundo da jardinagem e horticultura. *: ) Em tempo de muito trabalho extra-blog, mais não dá para fazer. Para isso, em muito contribuem as "dicas" dos amigos, que nos avisam, por exemplo, que a partir da próxima 2ª feira (dia 6 de março) o Lidl lança uma nova campanha de produtos para jardinagem. Obrigada, Medronho!

quarta-feira, março 01, 2006

III edição da festa internacional das camélias

Apostando numa ampla divulgação dos seus recursos culturais, a Câmara Municipal de Celorico de Basto organiza, nos próximos dias 25 e 26 de Março, a III edição da Festa Internacional das Camélias.
Para além de uma exposição/concurso (na edição deste ano é pela primeira vez atribuido um prémio especial à melhor Camélia Portuguesa), os organizadores proporcionam um espaço de reflexão sobre camélias com a moderação a cargo de alguns dos maiores especialistas internacionais.
O programa inclui também um espaço de compra e venda de cameleiras (ou japoneiras) e um passeio pelos jardins das Casas que detém alguns dos exemplares mais belos e antigos. Será também uma excelente oportunidade para admirar as composições de japoneiras e as esculturas em buxo que caracterizam a arte de jardinar em Basto. Uma tradição que se pensa ter sido introduzida pelas Senhoras Pinto Basto, duas irmãs que trouxeram de Inglaterra a arte da topiária para a região.
Apreciadores de camélias, marquem na agenda!
Inscrições e informações: 255 320250 (Empresa Municipal Qualidade de Basto)

um livro à quarta (V)

Se há actividade que exprima plenamente o domínio do homem sobre a natureza, ela é necessariamente a topiaria. Também conhecida por poda ornamental, a topiária consiste em diversas técnicas de poda através das quais se pode conferir uma forma a uma determinada planta ou conjunto de plantas.
Apesar da excessiva formalidade e da ideia de mutilação que tais técnicas sugerem, não consigo deixar de achar fantásticos os pássaros, as bolas, os labirintos que os jardineiros experientes conseguem talhar em buxo e as casas-de-fresco feitas com cameleiras.
O livro que tirei da estante nesta semana é um excelente guia para quem gosta de topiária. Os texto experientes de David Joyce vão explicando passo-a-passo as diferentes técnicas que permitem transformar um arbusto ou uma árvore numa escultura orgânica ou num elemento arquitectónico na paisagem. Cada técnica é documentada com fotos e ilustrada pelas aguarelas de Laura Stoddart. O que torna o livro mais precioso ainda!
Joyce, David e Stoddart, Laura (ilustr.) -Topiary and the art of training plants. Firefly Books Ltd , 2000

terça-feira, fevereiro 28, 2006

"fazendo a cama" das sementes


Ontem e hoje foram dias excelentes para trabalhar a terra dos canteiros que irão receber as sementes de flores e as pequeninas plantas de ervilha-de-cheiro que começam a germinar nos tabuleiros. Como estava sol, a terra estava mais quente e o excesso de água da chuva havia evaporado.
Em ambos os canteiros, arranquei as urtigas (que fui acrescentando à pilha de composto), retirei as pedras e desfiz os torrões de terra que fui encontrando à superfície. A terra ficou fofa, solta e preparada para ser ser alisada com a ajuda de um ancinho.
Uma vez que a terra que recebe a sementeira deve ter um baixo teor de nutrientes (as raízes novinhas são demasiado sensíveis a elevadas concentrações de nutrientes), o composto foi aplicado há semanas atrás.

segunda-feira, fevereiro 27, 2006

congresso internacional de parques urbanos e metropolitanos


Aproximam-se dois dias de apresentação e debate sobre os parques públicos, sua forma e função, evolução, sustentabilidade e contributo para a qualidade de vida urbana. No Centro de Congressos do Porto-Alfânfega, a 24 e 25 de Março. O programa e a ficha de inscrição podem ser descarregados daqui. A inscrição é gratuita.

quarta-feira, fevereiro 22, 2006

um livro à quarta (IV)



Ferrão, J. E. Mendes - A aventura das plantas e os descobrimentos portugueses. 3ª edição. Lisboa: Instituto de Investigação Científica Tropical, Fundação Berardo e Chaves Ferreira - Publicações, S.A, 2005

Dupla celebração: o centenário do Jardim-Museu Agrícola Tropical e a reedição da obra do Prof. José Mendes Ferrão sobre a fantástica odisseia das plantas do mundo tropical introduzidas pelos portugueses na época dos descobrimentos e os seus processos de aclimação e difusão.

terça-feira, fevereiro 21, 2006

reciclar na hora de semear

Reaproveitamento de embalagens e materiais na hora de preparação das sementeiras:
- vasos para sementes: para além dos vasos feitos em papel de jornal com o pequeno instrumento de madeira que aparece na imagem e os vasos de origami, podem ainda aproveitar-se copos de iogurte, os rolos vazios de papel higiénico ou de cozinha e as embalagens de ovos. Não esquecer de abrir um pequeno furo no fundo dos pequenos contentores para facilitar a drenagem.
- tabuleiros para sementeiras: os tabuleiros de polystyreno do supermercado, as caixas de madeira (como na fotografia) ou outros contentores de diferentes materiais que já não cumprem as sua função original podem ser preenchidos com terra e receber as pequenas sementes até ao momento de passar as jovens plantas para o local definitivo. O mesmo se aplica para a propagação.
- etiquetas: as de plástico, que aparecem na fotografia, são recicláveis. Podem ser marcadas a lápis e apagadas depois. Mas, para se saber sempre o nome da planta que se semeou, há outras hipóteses: escrever o nome em molas de madeira que se prendem na borda dos vasos ou em pedras que se colocam na terra. Com tinta resistente à água, claro. A Urtiga reutiliza os tabuleiros de polystyreno, transformando-os em etiquetas de suspensão de diferentes formatos (flores, nuvens etc).
- coberturas para sementeiras: o plástico transparente perfurado de que são feitos os sacos de pão à venda nos supermercados transformam-se em excelentes coberturas de tabuleiros: resguardam do frio, permitem a circulação de ar e o controlo visual da germinação e crescimento das plantas.
Quem dá mais ideias?

segunda-feira, fevereiro 20, 2006

1º congresso nacional do chá


Um congresso sobre os aspectos nutricionais, históricos, económicos, literários e sociais do chá. No Círculo Universitário do Porto, de 17 a 19 de Março.
O programa, as informações e a ficha de inscrição estão aqui.

domingo, fevereiro 19, 2006

energias renováveis - palestras na FEUP

De Fevereiro a Maio de 2006, o mestrado em energias renováveis da Faculdade de Engenharia da UP (FEUP) vai abrir ao público algumas das suas sessões, dando lugar a um conjunto alargado de palestras sobre a temática "Energias Renováveis".
As palestras terão lugar na FEUP (R. Dr. Roberto Frias, ao lado do Hospital de S. João, no Porto), na sala B004, todas as 4ª feiras, entre as 16 e as 18 horas. A entrada é livre.
Do programa constam as seguintes sessões:
*22 Fev. -Armando Oliveira (FEUP) -"Abertura do Programa do Seminário"
*01 Mar. -Francisco Sanchez (EDP/WCSD-Portugal) -"Electricidade e sustentabilidade"
*08 Mar. -Paulo Sena Esteves (OMIP) -"Mercado Ibérico: Desafios e Oportunidades"
*15 Mar. -Manuel Collares Pereira (INETI) -"A electricidade solar térmica no horizonte da energia solar"
*22 Mar. -Álvaro Martins (ISEG/CEETA) -"As Alterações Climáticas e a Economia do Carbono - impacto sobre a economia portuguesa"
*29 Mar. -A. Costa e Silva (Partex) -"Combustíveis Fósseis: Cenários"
*19 Abr. -A. Sá da Costa (APREN) -"O desenvolvimento da energia eólica em Portugal - grandes parques e remuneração"
*26 Abr. -José Penedos (REN) -"Redes Eléctricas"
*03 Mai. -Ribeirinho Machado (EDP Produção) -"A valia eléctrica nos grandes empreendimentos hídricos"
*10 Mai. -Jorge Vasconcelos (ERSE) -"A regulação em Portugal e os preços da electricidade"
*17 Mai. -Rui Barros (ENERSIS) -"Das ondas do mar à electricidade"
*31 Mai. -Rui Leitão (EDP Produção) -"Aproveitamentos minihídricos - enquadramento e evolução do sector. Aspectos técnicos de concepção e projecto".