terça-feira, novembro 22, 2005
ciber-agricultura
- Hortelã verde - as experiências da aspirante a permacultora e agricultora biológica Irina Maia
- Agricultura - um blogue a seis mãos descoberto pelo sempre atento JRF
Espero conseguir voltar brevemente às lides bloguistas. Ufa Ufa, até já.
quarta-feira, novembro 16, 2005
musgo no coração
segunda-feira, novembro 14, 2005
sábado: um dia com árvores

Pelo exercício da cidadania, pelo direito à participação na decisão sobre o espaço público, pelas árvores e pelas flores na Praça, de manhã.
À tarde, visita ao jardim dos SMAS onde fontes antigas da cidade repousam numa mata de belas e variadas árvores.
Manuela, Maria e Paulo, parabéns pelas iniciativas e obrigada por tratarem as árvores assim.
sexta-feira, novembro 11, 2005
o dia da papoila

Photo © Andrew Dunn
quinta-feira, novembro 10, 2005
concentração na avenida dos aliados e praça da liberdade
segunda-feira, novembro 07, 2005
artesanato ambiental

Descobri estas casas para pássaros na loja de produtos biológicos do Mercado de Matosinhos. São construídas em madeiras reutilizadas e pintadas com óleos naturais. Hummm o ninho Clérigos parece ser o mais adequado aos passarinhos de um jardim portuense *:)
domingo, novembro 06, 2005
unidades scoville

A escala Scoville foi criada em 1912 pelo farmacêutico Wilbur Scoville, para medir o grau de picante das capsicum sp. (família das pimentas). A unidade mede a capsaicin, o produto químico que a pimenta contem e que provoca a sensação de ardor. Hoje, utiliza-se um método mais científico do que o original (que era um teste comparativo). No entanto, manteve-se a denominação "Scoville" em homenagem a Wilbur Scoville.
A pimenta mais picante que existe é a Habanero, classificada em mais de 350,000 unidades Scoville.
malaguetas contra pulgões

sexta-feira, novembro 04, 2005
o vegetal como vocábulo da arquitectura III

Conhecia o trabalho de design colorido de Gaetano Pesce, mas não sabia que no seu curriculum constavam também obras de arquitectura. Neste apanhado de obras nas quais a natureza cruza com a arquitectura, inclui-se THE ORGANIC BUILDING (1990-1993), um edifício no coração da baixa de Osaka (Japão). Gaetano Pesce partilha a autoria desta torre com outro arquitecto, Olafur Thordarson.
O prédio foi concebido para ser um espaço comercial e um símbolo do crescimento económico e vitalidade da segunda maior cidade japonesa. Para materializar este conceito, os arquitectos inspiraram-se na metáfora do jardim. Dado o preço elevado do m2 nesta cidade de elevada densidade, o jardim foi concebido como um elemento vertical da fachada.
Inspirando-se na planta mais característica do jardim japonês (o bambú), a dupla de arquitectos desenvolveu um jardim vertical fortemente marcado por uma superfície ondulante que contrasta em termos cromáticos com o cinzento dos outros edifícios do bairro. Nos diversos nichos que o constituem foram colocados 80 tipos diferentes de plantas e árvores autóctones, escolhidas em parceria com horticultores de Osaka. Um sistema de rega automático e complexo hidrata continuamente as plantas.
Em 1994, o edifício foi declarado um jardim público municipal, o que obriga à sua manutenção perpétua.
onde entregar pesticidas e afins
"Julgo que ainda não existe mesmo um sítio para a entrega destes produtos. Mas, em breve, será possível entregá-las em algumas cooperativas agrícolas, através do sistema de recolha destas embalagens que está a ser implementado, como informação aqui."
quarta-feira, novembro 02, 2005
um jardim livre de químicos

A acção de sensibilização da classe política para a questão da contaminação química, organizada hoje pela Quercus, recorda-nos mais uma vez que vivemos expostos a elevados níveis de toxicidade. A solução do problema, num plano individual, pode começar por aqui: libertar o jardim dos produtos químicos e optar por uma jardinagem biológica.
terça-feira, novembro 01, 2005
allium sativum

Enquanto o plano da nova horta não fica pronto, aproveitei uma aberta neste tempo de chuva para plantar alhos. Trouxe alhos de semente* do Alípio com tal "perfume" que a urgência na plantação se impôs.
domingo, outubro 30, 2005
o vegetal como vocábulo da arquitectura II
quarta-feira, outubro 26, 2005
leitura no metro

O verdadeiro mundo rural ainda existe, ou é já ficção? Faz sentido continuarmos a insistir na divisão cidade vs campo? O penúltimo número da revista Granta levanta e debate estas questões, acolhendo o imaginário rural de quase uma dezena de autores de língua inglesa : Craig Taylor regressa a Akenfield, Barry Lopez inicia-nos na arte da pesca do salmão, enquanto que Tim Adams regista os últimos momentos da caça à raposa. As páginas sobre iconografia rural e um passeio guiado por Robert Macfarlane pela escuridão da noite no campo encerram em beleza este volume.
segunda-feira, outubro 24, 2005
mini-cursos de jardinagem

Foi no Jardim Botânico da Ajuda que eu tirei o meu primeiro curso de jardinagem. Tinha acabado de sair de um esgotante projecto de três anos e, por momentos, cheguei até a pensar mudar o rumo da minha vida profissional. Com o curso, percebi que essa mudança não seria tão imediata como eu imaginava e acabei por regressar novamente à museologia e ... ao meu jardim.
domingo, outubro 23, 2005
analisar a terra

Antes de preparar a terra para as próximas plantações, resolvi retirar uma amostra de cada um dos canteiros para analisar. Retirei amostras a cerca de 20 cm de profundidade (nas zonas dos bolbos e hortícolas) e 40 cm nos canteiros de rosas. Esta análise permitirá verificar se a terra é ácida (abaixo de 7), básica ou alcalina (acima de 7) ou neutra (igual a 7)* e os níveis de azoto, fósforo e potássio.
sábado, outubro 15, 2005
continuando a poupar água
Via João (Bioterra), chega-nos a notícia de um sistema de rega automático que aplica a água nas culturas no momento e quantidade ideias. O sistema é regulado por sensores que "interpretam" as solicitações hídricas das plantas durante a fotossíntese.
E uma vez que se adivinha uma longa espera até à aplicação de equipamentos similares a este nos nossos espaços verdes, esperemos pelo menos que casos destes não voltem a acontecer.
quarta-feira, outubro 12, 2005
o floricultor fotógrafo

Aurélio Paz dos Reis (Col. Cinemateca Portuguesa)
domingo, outubro 09, 2005
escolher bolbos
Está na hora de escolher os bolbos das flores da Primavera! E se há altura que me deixa feliz é esta, porque fico horas a imaginar as misturas de cores, as combinações de tamanhos e as texturas das plantas que resultarão daí. Os bolbos de tulipas, jacintos, narcisos (amarelos e brancos) e iris aguardam o regresso à terra dentro de bolsas feitas com collants (há que reciclar!!) que estão penduradas no tecto da carvoeira (um anexo do jardim que, como o nome indica, servia para guardar o carvão e ainda o papel que se ia pondo de lado. Todas as semanas, o "Manuel do Saco" vinha levantar o papel para a "farrapeira"). Como não sei a cor dos bolbos de tulipas holandesas (obrigada, LM!), vou ter algumas surpresas lá pelo meio também.
Na terra, desde o ano passado, ficaram os bolbos das anémonas, dos ranúnculos, dos crocos, das campaínhas e das minhas favoritas frésias. Talvez reforce alguns canteiros com a compra de novos bolbos destes.
como escolher bolbos
Por uma questão de maior confiança, costumo comprar sempre os bolbos a granel numa loja de sementes (normalmente, no Alípio). Para além de os poder escolher um a um, tenho a certeza que são de qualidade e acabadinhos de chegar.
Escolho os maiores (os pequenos nem sempre florescem; podem, no entanto, florescer no ano seguinte), os mais rijos, de casca intacta e aqueles que não apresentem manchas, riscas ou podridão.
Os bolbos que tenham já rebentado são de evitar. No entanto, quando se deixa a compra de bolbos para tarde, é natural que isso aconteça. Nesse caso, devem escolher-se os que tiverem os rebentos mais pequenos.


