domingo, setembro 25, 2005

recolher e armazenar sementes



Hoje de manhã, recolhi finalmente as sementes de calêndulas que formam a sebe em torno da horta. As sementes encontram-se nas flores secas (as "perninhas de polvo" que tenho na mão e o seu envólucro, que também se deve guardar). Devem ser recolhidas no final do Verão/começo do Outono, quando as sementes já estão secas. Assim, evita-se uma ressementeira natural invasora.

recolher e armazenar sementes
Recolher e armazenar sementes pode representar uma poupança considerável no orçamento anual de qualquer jardim. Desde que as sementes não provenham de uma planta doente ou de um híbrido, sejam colhidas na altura certa e armazenadas nas melhores condições, as probabilidades de se conseguir replicar as plantas do nosso jardim são elevadas.
Eis algumas regras simples a observar:
- a proveniência da planta deve ser conhecida, uma vez que as sementes das plantas híbridas não devem ser recolhidas.
- as sementes devem ser colhidas num dia seco e soalheiro, para que estejam completamente secas.
- o momento ideal é o início da queda espontânea da semente, do destacamento da planta-mãe ou quando o seu envólucro ficar seco e mudar de cor (normalmente, de verde para castanho).
- o produto da recolha deve ser guardado em envelopes ou sacos de papel, individualizados e etiquetados. Se necessário, deve-se deixar secar melhor a semente em local seco e escuro. No caso das cápsulas de sementes (ex. papoila), devem ser colocadas num recipiente forrado de papel em local quente e soalheiro.
- a separação da semente da planta pode ser feita à mão, recorrendo a uma peneira ou coador para uma separação mais eficaz.
- a extração da semente de alguns frutos ou bagas obtem-se por lavagem e maceração do fruto sobre uma peneira. Em alguns casos, a semente deve ser posta de molho durante 3 a 4 dias para retirar a polpa que envolve as sementes. Estas ficarão depositadas no fundo do recipiente enquanto que a polpa flutuará. O excesso de humidade desaparecerá após alguns dias (7-10) de secagem sobre papel de cozinha, em ambiente ventilado e seco.
- o armazenamento pode ser feito em envelopes de papel vegetal fechados mantidos num ambiente seco, ou numa caixa estanque no frigorífico.
- o excesso de humidade pode ser controlado se for colocada uma "boneca" de gaze com sílica-gel (ou areia para gato sem cheiro) junto dos envelopes de sementes.
- não esquecer de etiquetar.

sábado, setembro 24, 2005

borda d' água


A edição d' O Verdadeiro Almanaque Borda d' Água para 2006 já está disponível.

Tarefas a executar na agricultura e jardinagem em Setembro (2005) : Vindimar. Estercar as terras, no minguante da Lua, para as sementeiras; reduzir as regas; ceifar arroz; colher amêndoa e azeitona. No crescente da Lua continuar a semear (centeio e cevada, nas terras quentes) e a plantar (com as primeiras chuvas) os morangueiros, regando bem até pegarem. Na Horta. Semear ao ar livre e local definitivo: acelgas, agriões, alface, alho-porro, cebola, cenoura, chicória, favas, feijão, nabos, rabanetes, repolho, salsa, tomate. Colher os feijões e colocar de lado as cebolas maiores para a produção de semente. No Jardim. Semear: amores-perfeitos, begónias, cravos, gipsófilas, margaridas, e as que florescerão na Primavera. Plantar jacintos e tulipas.

quinta-feira, setembro 22, 2005

em mistura de cores

No Dia Europeu sem Carros, fui comemorar a minha condição de pedestre à Baixa. O fim de tarde no quarteirão do Bolhão está exactamente como eu esperava: gente apressada a descer Sá da Bandeira com vontade de chegar a casa, as montras das mercearias e os seus montinhos de chás e especiarias (exercício preferido: entrar em cada uma delas e simplesmente respirar fundo) e ... a Casa Hortícola. A colorir aquela esquina do Mercado desde 1921, vende os pacotes de sementes mais bonitos do Porto:

miosotis aspestris (não me esqueças)
(altura 25 a 30 cm)
Planta anã para canteiros de lindas flores azuis e prolongada floração em lugares húmidos e sombrios.
Semeia-se em viveiro ou em lugar definitivo de Agosto a Outubro para floração na Primavera.

perpétuas dobradas, flores também conhecidas como sempre-vivas, imortais, flores de papel ou flores de palha, muito apreciadas para ramos e também para jardins.
Semeiam-se de Março a Junho e de Agosto a Outubro, em alfobre.

margaridas dobradas, lindas flores rasteiras, especialmente indicadas para canteiros. De flores pequenas dobradas mas de abundante e prolongada floração no Inverno e Primavera.
Semeiam-se de Julho a Outubro, em alfobre.

amores perfeitos, plantas muito conhecidas e muito apreciadas pela beleza incomparável das suas flores. De coloridos vivos e muito variados, de abundante e prolongada floração, são aconselhados para jardins, varandas e floreiras. Semeiam-se em alfobre de Julho a Outubro e também na Primavera.

ervilha de cheiro é uma planta trepadeira de 1,5 a 2 metros, muito ornamental, cobrindo-se de lindíssimas flores nas mais variadas cores e muito aromáticas. É vistosa nos jardins e muito utilizada como flor de corte. Semeia-se de Setembro a Março, em lugar definitivo.

Casa Hortícola
Rua Sá da Bandeira, 304 *
4000-429 Porto
Tel. 22.332 02 68
Horário: segunda a sexta 09.00-12.30/ 14.30-19.00 e sábado 09.00-12.30


e o resto é paisagem...



Sugestões para o fim-de-semana? Seguir a estrada que leva ao Sul para participar no festival "Escrita na Paisagem". O Alentejo em mapa de sons, imagens, memórias e ficções. Até 30 de Setembro.

terça-feira, setembro 13, 2005

até já


A contra gosto, por motivos profissionais, ausento-me da blogosfera até ao início da próxima semana .
Não sem antes partilhar a descoberta de uma revista que dá gosto ver e que nos revela a floresta através das palavras de escritores, olhares de fotógrafos, saberes de botânicos, sons de músicos … O sumário da última edição da Fôrets magazine está aqui.

quinta-feira, setembro 08, 2005

compostor urbano


Tchan tchan tchan: com fotos e tudo, eis o compostor ideal para compostar à varanda.
(actualização-22.09.2005)
Sobre esta questão, ler também no Bioterra e Quinta do Sargaçal.

terça-feira, setembro 06, 2005

cursos horta da formiga


Abriram as inscrições para os cursos da Horta da Formiga: compostagem, agricultura biológica, ervas aromáticas e medicinais e até ... apicultura. Toca a inscrever!!!

domingo, setembro 04, 2005

green hot susi peppers


Hoje, ao almoço, ir à horta buscar pimentos. Lavar, partir a meio, tirar o caule e as pevides. Assar na brasa. Depois de bem assados (= quase pretos), meter imediatamente num saco plástico e atar bem. Preparar o molho com azeite, um bocadinho de sal, uma colher de café de mostarda (com grãos) e uma boa dose de coentros picados. Misturar tudo muito bem . Desatar o saco, retirar os pimentos e destacar a pele (com o vapor sai com facilidade).
Cortar em tiras e envolver no molho. Mham ... comer. *: )

mãos à terra!


Há uns dias atrás, comprei dois pés de morangueiro no horto do costume. Quando os fui regar, encontrei-os presos a um torrão "encolhido" e ressequido de turfa, o que não me pareceu ser muito saudável para as raízes. Decidida a investigar sobre o assunto, encontrei informação suficiente para perceber que o uso de turfa tem consequências bem mais nefastas do que pensava.
O uso intensivo de turfa pelos viveiristas e jardineiros amadores deve ter começado em meados do século passado. Os extractores e comerciantes de turfa convenceram-nos de que se tratava do substrato ideal: embora pobre em nutrientes, a turfa era leve, conservava bem a água e o adubo e melhorava a estrutura da terra.
Formada por productos de origem vegetal em decomposição (musgos, árvores, juncos), a turfa encontra-se no seu estado natural em diversas zonas do planeta (da Europa à Indonésia ou Alasca). Cerca de 5-8% da superfície da Terra é constituida por turfeiras e 60% das turfeiras tropicais do mundo situa-se no Sudoeste Asiático. Nestes pântanos, as turfeiras cumprem uma função ecológica importante: nos períodos das chuvas, constituem um mecanismo de controle natural das inundações, actuando como esponjas que absorvem o excedente de água da chuva e dos rios; nas estações de seca, libertam as fontes de água necessárias.
Para além disso, as turfeiras servem de habitat a uma diversidade de flora e fauna selvagens (plantas carnívoras, por exemplo, e pássaros e invertebrados) e, quando situadas no litoral, protegem as terras contra a introsão de água salgada do mar.
Os apaixonados por arqueologia conhecem ainda a sua capacidade de conservação e "arquivo" de materiais arqueológicos, antropológicos e de história natural (por exemplo, madeiras carbonizadas e pólens, de grande utilidade para a datação).
O mais importante de tudo é que as turfeiras protegem a terra do aquecimento global e do efeito-estufa, absorvendo o dióxido de carbono e retendo-o.
Mas a extracção da turfa para fins comerciais aumentou drasticamente nas últimas décadas, provocando a dessecação das turfeiras. Quando seca, a turfa decompõe-se e liberta de novo o dióxido de carbono para a atmosfera. Para além disso, aumenta o risco de colapso do solo e torna-se altamente inflamável (sob condições geológicas adequadas, a turfa transforma-se mesmo em carvão). No Reino Unido, por exemplo, são vendidos 2,5 milhões de m3 de turfa todos os anos! Como o processo de reposição e recuperação das camadas de turfa é muito lento, imaginem a quantidade de hectares de turfeira destruídos.
O que fazer então? A resposta é óbvia: recusar o uso de turfa nos nossos jardins e vasos e protestar sempre que um horto nos tenta impingí-la. Voltar atrás, ao tempo em que se usava composto misturado com terra.
Um jardineiro que ia a casa dos meus Avós respondia com um "Mãos à terra, menina! Mãos à terra!" sempre que eu o bombardeava com perguntas sobre os "mistérios insondáveis" da jardinagem. Jardi-Mário, estou a seguir o seu conselho!

sexta-feira, setembro 02, 2005

a ler

um levantamento dos projectos de hortas sociais na margem sul do Tejo. No a-sul.

segunda-feira, agosto 29, 2005

os jardins da lúcia, recordam-se?


Apresentado por JRF/Quinta do Sargaçal , o maravilhoso projecto do Mark O. Hatfield Clinical Center fez-me lembrar os jardins / instalações da Lúcia Sigalho no Hospital Conde de Ferreira, em 2001. A recordar na 1ª pessoa (a artista) aqui.

domingo, agosto 28, 2005

ping ping, poupando água no jardim


Porque a seca se torna cada dia mais crítica, acrescentam-se algumas boas práticas que permitirão diminuir o consumo de água no jardim:

minimizar a necessidade de água
- só um solo saudável, rico em matéria orgânica, consegue conservar a água de forma eficiente. Por isso, uma das principais tarefas será melhorar a estrutura do solo misturando-o com composto ou estrume. Desta forma, a humidade será melhor absorvida e a água chegará às raízes. Embora este princípio seja genericamente válido para quase todos os tipos de solos, haverá alguns que, por serem demasiado argilosos, necessitam ainda de um pouco de areão para impedir que seque com o calor.
- cobrindo a superfície do solo, em torno das plantas, evita a evaporação e optimiza a poupança de água. Assim, deve-se espalhar estilha, cascas de árvore, gravilha ou outro tipo de cobertura à volta da base das plantas.
- as ervas daninhas competem com as plantas pelo consumo de água. Por isso, devem ser arrancadas (a cobertura do solo tem também a vantagem de prevenir o seu aparecimento).
- as plantas autóctones estão melhor preparadas para enfrentar as condições do local onde são plantadas. Em tempo de seca, a escolha de novas plantas deverá incidir nas espécies mediterrânicas, mais habituadas ao calor e falta de água.
- a acção perniciosa do vento pode ser diminuida através da instalação de tapa-ventos artificiais ou naturais. As sebes de alfazema, tomilho ou rosmaninho dispostas em volta dos canteiros não permitirão que o vento seque as plantas.
- as trepadeiras devem ser plantadas um pouco afastadas das paredes e muros, que absorvem igualmente humidade.
- a relva não aparada e alta faz mais sombra no relvado, diminuindo a sua necessidade de água.

rega eficaz
- a rega pela manhã cedo ou ao final da tarde evita a evaporação pelo excesso de calor.
- a necessidade de água varia de planta para planta. Muitas não precisam de ser regadas todos os dias.
- a rega por aspersão deve ser substituida por rega directa. A primeira gasta demasiada água e dirige-a normalmente para as folhas e não para o solo. Em alguns casos, é aconselhável a escavação de uma cova à volta da planta para que a água se concentre aí.
- é preferível uma rega abundante mas esporádica do que uma rega frequente mas em pequenas quantidades. Isso permite que a água penetre no solo, o que evita que a planta tenha de procurar água na superfície (e, consequentemente, desenvolva o seu sistema de raízes à superfície do solo).
- a instalação de um sistema de rega gota-a-gota pode ser uma solução interessante, particularmente para as hortícolas. No entanto, uma instalação deficiente pode arruinar qualquer boa intenção de poupança!

Para mais informação, consultar:
ROBINSON, Peter - Jardins resistentes à seca - Sugestões criativas para o cultivo de plantas resistentes à seca. Porto: Dorling Kindersley-Civilização Editores Lda., 2002
GREEN, Charlotte-Gardening Without Water. Search Press, 1999

quarta-feira, agosto 24, 2005

ainda as amoras silvestres

As amoras

O meu país sabe as amoras bravas
no verão.
Ninguém ignora que não é grande,
nem inteligente, nem elegante o meu país,
mas tem esta voz doce
de quem acorda cedo para cantar nas silvas.
Raramente falei do meu país, talvez
nem goste dele, mas quando um amigo
me traz amoras bravas
os seus muros parecem-me brancos,
reparo que também no meu país o céu é azul.


Eugénio de Andrade, O outro nome da Terra

terça-feira, agosto 23, 2005

aviso a todos os recolectores de amoras


Diz a sabedoria popular que na véspera do dia de S. Bartolomeu (comemorado amanhã, dia 24 de Agosto) o diabo anda à solta e cumpre o péssimo hábito de ... "regar" as amoras.
Está encontrada a razão pela qual estes deliciosos frutos silvestres acabam por se tornar moles e peganhentos! *: )

sábado, agosto 20, 2005

pelargonium*


Antes da invasão das petúnias (ai, odeio estas modas!), havia muitas mais varandas portuguesas a exibir os seus vasos de sardinheiras de cores vistosas : ( Era cá um festival de carmim e vermelhão!!

A nossa casa era portanto uma casa portuguesa, com certeza! No final do Verão, a minha Avó (a quem pertencia o "pelouro" das sardinheiras, flores de liz e orquídeas) retirava algumas estacas da planta-mãe de cada uma delas e plantava-as em vasos que trazia para dentro de casa. Uma vez que muitas das sardinheiras que ficavam no exterior sucumbiam ao frio do Inverno, esta operação garantiu a continuidade da sua plantação.

* Erradamente chamadas gerânios (são parentes dos gerânios rústicos), as sardinheiras são classificadas no género Pelargonium.

quarta-feira, agosto 17, 2005

de volta


... a tempo de ler a bela notícia do Público que anuncia os três novos estudos publicados na Science sobre o conhecimento do mecanismo que controla a floração das plantas.
Um gene (FT) activado de acordo com aquela e uma proteína (FD) que "comanda" a transformação das células estaminais em flores (e não em folhas) são essenciais para desencadear o processo de floração. O primeiro encontra-se na folha e a segunda no botão da planta.
A variação da exposição solar é avaliada pela folha. Na altura indicada para a planta florir, o gene FT presente nas suas folhas produz as moléculas que actuam como mensageiras junto do botão da futura flor. Poético ... : )

(obrigada JRF, Manuela e Medronho pelos votos de boas férias! Vou já ler as novidades nos respectivos blogs. )

sábado, julho 23, 2005

terça-feira, julho 19, 2005

comprar joaninhas


A joaninha é geralmente conhecida como o mais importante auxiliar para luta biológica. Se a criação de habitats através da plantação de sebes ou outras plantas que atraem joaninhas falhou, pode experimentar outra solução: a aquisição de larvas de joaninhas. Em Portugal, poderá encomendá-las na Campo Oeste (Torres Vedras). O contacto é Apartado 23. Sobreiro Curvo. 2564-908 A-dos-Cunhados, telef. 261 981 545. Brevemente darei informação sobre o preço, bem como sobre outros auxiliares, pragas por eles combatidas e plantas de acção fitossanitária.

(Preço confirmado: uma embalagem de 250 larvas custa €44)

terça-feira, julho 12, 2005

{{ bloom }}


bloom - arte e jardins efémeros apresenta-se pela primeira vez, em edição experimental, nas Oficinas a Vapor da Fábrica da Pólvora de Barcarena, em Oeiras. bloom é uma iniciativa do atelier Traços na Paisagem e pode ser visitada até 31 de Julho. Grandes expectativas!!!

receitas da horta


Aconselho a experiência: converta um pequeno espaço de terra em horta! As vantagens são imensas:
- decide o que planta e como planta,
- consome legumes frescos (sempre à mão), que não perdem qualidades com o intervalo de tempo entre a colheita e o consumo,
- os produtos não contém tóxicos, se optar pelos preceitos da agricultura biológica,
- investe o seu tempo livre numa actividade saudável,
- conhece e dá a conhecer os ciclos naturais, desde a semente até ao aparecimento do fruto e seu consumo.

gaspacho (para a Suzana com z)
Tire a pele e as sementes a 1,5 kg de tomates bem maduros. Um dos tomates deverá ser cortado em cubinhos e posto de lado. Tire as sementes a um pimento verde e corte metade em cubinhos. Descasque um pepino médio e corte metade também em cubinhos. Descasque uma cebola pequena, pique metade e coloque com os outros legumes cortados em tigelas à parte. Desfaça num liquidificador o resto do tomate, pimento, pepino e cebola com 3 dentes de alho, uma pitada de sal e 4 colheres de sopa de bom azeite. Deite o puré numa tigela e junte 4 colheres de sopa de vinagre. Mexa e junte água fria em quantidade suficiente para fazer a sopa segundo a consistência que desejar.

Entretanto, corte pão em cubinhos e torre no forno. Sirva a sopa numa terrina, acompanhada de tacinhas com os legumes e o pão. Se quiser, polvilhe a sopa com coentros.

taboulé
Prepare 200 gr de couscous (sémola de trigo) segundo as instruções da embalagem. Lave 3 tomates e corte-os em cubinhos muito pequeninos. Faça o mesmo a um pepino. Coloque Descasque 100 gr de cebolas e pique-as. Lave um raminho de salsa e outro de hortelã e pique-os também. Coloque o couscous, os legumes e as ervas numa taça. Regue com o sumo de 1 limão. Tempere com 4 colheres de sopa de azeite e mexa. Tempere com sal e pimenta e sirva fresco.