
Regressada às actividades jardineiras e hortícolas, fui brindada com as primeiras flores das novas roseiras:
- William Shakespeare 2000 (David Austin)- uma roseira inglesa de flor de um vermelho profundo que, gradualmente, vai passando a púrpura. Tive de cortar a rosa porque o seu peso era demasiado para os caules ainda "tenrinhos" da planta. Perdeu o jardim, mas ficou a ganhar a sala. O perfume é ainda melhor do que eu pensava! Chega aí???
- Just Joey (David Austin) - uma roseira híbrida Chá de flores de um laranja acobreado.
- Jacques Cartier (Delbard) - os primeiros botões desta roseira híbrida Portland prometem um arbusto cheio de flores cor-de-rosa suave, dentro de pouco tempo.
Consociações - plantas "amigas" das roseiras
Uma forma de combater as pragas mais comuns das roseiras parece ser a sua combinação com outras plantas, colocadas na sua proximidade mas afastadas da zona em torno da sua raíz:
- chagas e cravos túnicos: protegem contra os afídios (pulgões);
- alhos: exerce uma acção fitossanitária e previne contra o míldio.
Para além de fomentar a saúde das roseiras (através de uma relação que ainda ninguém conseguiu comprovar científicamente), as consociações promovem o habitat de insectos que são inimigos naturais das pragas (como as joaninhas, por exemplo).

















